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Estação Cultural leva internet de graça para a comunidade

Projeto leva internet e rede wi-fi de graça para paradas de ônibus. A ideia é, mais uma vez de Luiz Amorim, o mentor do Açougue T-bone

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Depois de transformar seu açougue, o T-Bone, em uma biblioteca, fazer de uma comercial um espaço de apresentações musicais e levar bibliotecas para as paradas de ônibus, o agitador cultural Luiz Amorim dá início nesta terça-feira a mais um projeto que promete democratizar o acesso à informação e cultura. A partir de amanhã entra em funcionamento o Estação Cultural, que vai disponibilizar internet wi-fi gratuita no raio de um quilômetro, com capacidade de 10 megas em cada módulo.

O projeto será implementado na Estação Galeria, no Setor Bancário Sul, e nas paradas de ônibus da 712 e 512 Norte. Cada ponto das Estações Culturais vai contar com um computador com tela touch screen, desenvolvido exclusivamente para o projeto pela empresa Apek.

Além da internet, as paradas contarão com pontos para empréstimo de livros. Nas quadras 714 e 514 e 516 da W3 Norte está previsto somente a primeira fase do projeto, que é o acesso aos livros.

O idelizador do projeto, Luiz Amorim, fundador do Açougue Cultural T-Bone, acredita que o Estação Cultural é importante para estimular e ampliar o acesso à cultura, informação e comunicação, e assim contribuir para melhorar as condições sociais da comunidade. A Fundação Banco do Brasil e a Petrobras são parceiros da iniciativa.

O Estação Cultural teve origem com o projeto Parada Cultural – Biblioteca Popular 24 horas. Desde 2007, o usuário de transporte público tem acesso livre a livros que ficavam disponíveis em estantes ao longo de 38 pontos da W3 Norte. Em média, seis livros são emprestados diariamente.


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